Vivi sempre na tua sombra.
Sempre nos compararam, ambas o sabemos.
Tu foste sempre a superior, e eu muito esforçada mas sem nada que se parecesse a ti.
Eu sei que consigo ultrapassar-te, já o fiz uma vez, e vou voltar a fazê-lo.
Vou dar a volta ao estereótipo, aquele que fizeram de nós há oito anos.
E nessa altura, vou fazer o que tu me fazes a mim, que já me fez chorar de tristeza, de insegurança, de ódio, de impotência, de raiva.
Talvez nessa altura entendas finalmente, que não podes dizer-me o que queres, quando te apetece.
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